Blog de mj.natalino

19/03/2011

Voce só encontra em GUARATUBA.

PRAIAS....

RIOS...

CACHOEIRAS...

BAÍA...

FONTES...

IGREJA MATRIZ - 1768...

CASARÃO DO PORTO - 1820

PRAÇAS E JARDINS...

CRISTO DA PAZ...

CARNAVAL...

FESTA DO DIVINO...

PASSEIOS PELO MAR...

A SERRA DO MAR...

E MUITO MAIS...

 


Escrito por mj.natalino às 00h41
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10/03/2011



Meios de transporte ao longo da história

Carros de Mulas

Troles

Veleiros

Primeiro ônibus



Escrito por mj.natalino às 22h29
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10/02/2011

Fotos Antigas de Guaratuba

Frente da Baía entre as décadas de 40/50 - O sobrado no centro da foto é uma construção datada do início do século XIX - entre os anos de 1820 e 1825

Esta a primeira balsa a realizar a travessia na Baía de Guaratuba - 1960

Prédio São Luís - Construído em 1950 na gestão do Prefeito Joaquim da Silva Mafra, aproveitando os paredões de uma antiga construção, iniciada em 1849 para ser a cadeia municipal que nunca foi concluida.


Escrito por mj.natalino às 22h08
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Documentos Históricos

Lei de Criação da Província do Paraná

Lei nº 704 de 29 de agosto de 1853
Eleva a Comarca de Curitiba, na Província de São Paulo, à categoria de Província, com a denominação de Província do Paraná.

Dom Pedro Segundo, por graça de Deus, e unânime aclamação dos povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil: Fazemos saber a todos nossos súditos que a Assembléia Geral Legislativa decretou e nós queremos a Lei seguinte:

Art. 1º - A comarca de Curitiba, na Província de São Paulo fica elevada à categoria de Província, com a denominação de Província do Paraná. 
A sua extensão e limites serão os mesmos da referida Comarca.

Art. 2º - A nova Província terá por Capital a cidade de Curitiba, enquanto a Assembléia respectiva não decretar o contrário.

Art.3º - A Província do Paraná dará um Senador, e um Deputado à Assembléia Geral; sua Assembléia Provincial constará de 20 membros.

Art.4º - O Governo fica autorizado para criar na mesma Província, as estações fiscais indispensáveis para arrecadação e administração das rendas gerais, submetendo depois o que houver determinado ao conhecimento da Assembléia Geral para definitiva aprovação.

Art.5º - Ficam revogadas as disposições em contrário.

Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento desta lei pertencer, que a cumpram, e a façam cumprir e guardar tão inteiramente quanto nela se contém.

O Secretário de Estado dos Negócios do Império
A faça imprimir, publicar e correr.
Dado no Palácio do Rio de Janeiro, aos 29 de agosto de 1853, trigésimo segundo da Independência e do Império.
Assinam :
Imperador  Pedro II
E Francisco Gonçalves Martins

Concessão para exploração de minerais em Guaratuba - 1890

DECRETO N. 675 - DE 21 DE AGOSTO DE 1890
Concede permissão a Benjarnin de Nofrio Matta para explorar minas de ouro, carvão de pedra e outros mineraes no Estado do Paraná.
O Marechal Manoel Deodoro da Fonseca, Chefe do Governo Provisorio da Republica dos Estados Unidos do Brazil, constituido pelo Exercito e Armada, em nome da Nação, attendendo ao que requereu Benjamin de Nofrio Matta, resolve conceder-lhe permissão para explorar minas de ouro, carvão de pedra e outros mineraes, no municipio de Guaratuba, Estado do Paraná, mediante as clausulas que com este baixam assignadas pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, que assim o faça executar.
Sala das sessões do Governo Provisorio, 21 de agosto de 1890, 2º da Republica.

MANOEL DEODORO DA FONSECA.
Francisco Glicerio.


CLAUSULAS A QUE SE REFERE O DECRETO N. 675 DESTA DATA
I
Fica concedido a Benjamin de Nofrio Matta o prazo de um ano, contado desta data, afim de proceder a pesquizas e explorações para o descobrimento da minas de ouro, carvão de pedra e outros mineraes no municipio de Guaratuba, Estado do Paraná.
II
Dentro do referido prazo o concessionario deverá apresentar á Secretaria do Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, plantas geologicas e topographicas dos terrenos explorados, com perfis que demonstrem, quanto possivel, a superposição das camadas mineraes, acompanhadas de amostras dos mineraes encontrados, bem como declarará em minucioso relatorio a possança e riqueza da mina, sua extensão e direcção, a distancia dos povoados mais proximos e os meios de communicação existentes.
III
O concessionario será obrigado a indemnizar os damnos e prejuizos que de seus trabalhos de exploração possam provir ás propriedades adjacentes; a restabelecer á sua custa o curso natural das aguas que desviar para realização dos alludidos trabalhos; a não perturbar os mananciaes indispensaveis ao abastecimento de quaesquer povoações; a dar conveniente direcção ás aguas que brotarem das cavas, poços ou galerias que fizer, quando destes serviços resultarem damnos a terceiros; e a deseccar os terrenos que ficarem alagados, restituindo-os ao seu antigo estado, de modo a não prejudicar a saude dos moradores da vizinhança.
IV
Esta concessão é intransferivel nos termos do art. 1º do decreto n. 288 de 29 de março do corrente ano.
V
Satisfeitas as clausulas supramencionadas, será concedida a autorização para a lavra da mina ou minas descobertas e exploradas, procedendo-se em tudo nos termos de direito.
Rio de Janeiro, 21 de agosto de 1890. - Francisco Glicerio.

 


Escrito por mj.natalino às 21h41
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08/02/2011

Vejam os craques de Basquete na década de 50/60 !!!!!!!


Escrito por mj.natalino às 23h05
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Guaratuba - Paraná - Brasil


 

Guaratuba até o final da década de 40 e início de 50, se resumia numa pequena “vila”, com algumas casas em torno de um largo todo gramado e a Igreja centenária.  Até o final do século XVIII, as casas eram simples de “taipa”, cobertas de palha e construídas de modo bem rudimentar: paus trançados preenchidos com barro. 

A única maneira de se chegar à antiga vila era pelo mar, pelo canal da barra, entrada da Baía. Para se chegar praia, os antigos moradores usavam uma trilha chamada de “Caminho da Praia”, que começava perto da igreja (fundos) beirava o Morro do Pinto, passava pela Fonte do Itororó, antiga Escola de Pesca, chegando à praia.

A Rua Capitão João Pedro era apenas um misto de banhado e mangue, chamado de Rua do Riacho por onde escoriam as águas das fontes Itororó e Carioca. 

Havia um campo de criação de gado do Sr. Sebastião Souza, na encosta do Morro do Pinto, e mas adiante, perto da fonte da Santa, a criação de Máximo Jamur, e outro campo, no local onde hoje esta  a rodoviária, que pertencia ao Sr. Vicente Marques. 

Onde hoje é a praça central, era um grande gramado onde pastavam vacas, cavalos, e onde os antigos moradores criavam galinhas e perus.

Antes da luz elétrica, existia um sistema de iluminação pública, na praça com dois postes, e em frente à baía, na Rua da Praia, com três postes de madeira, com uma lamparina, que eram acesas todos os dias. Nas casas a iluminação era a base “lampião” a óleo de peixe mais tarde a querosene. 

Outro costume da época, nos dias de festejos, eram as fogueiras que eram acesas na frente das casas, e dependendo da importância do evento, até por vários dias. Durante muito tempo essa vila permaneceu isolada e seu único acesso era pelo mar, através do “canal barra” na entrada da baía.  As viagens para as vilas vizinhas (Paranaguá, Matinhos, Pontal) eram realizadas com muitas dificuldades pela beira mar, e sempre na dependência das marés e do tempo bom. O transporte em terra era feito com “carroças de burros” no início da colonização, depois charretes, e mais tarde por um pequeno ônibus. Pelo mar o transporte era feito com canoas a remo ou vela, depois de barcos com o famoso “motor de cabeça quente”. Para fazer este motor funcionar, o piloto tinha que aquecer o “cabeçote” como um maçarico por 10 ou 15 minutos. 

 


Escrito por mj.natalino às 22h34
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Guaratuba - Continuação

 

Os moradores da época enfrentavam dificuldades imensas em todas as necessidades primarias para a sua sobrevivência, desde a obtenção da água até a alimentação. Por várias décadas o alimento da população de Guaratuba foi de subsistência, baseado em frutos do mar, principalmente o peixe, a mandioca e a caça. Nas primeiras décadas do século XIX começou a cultura de alguns produtos como o feijão, milho e principalmente o arroz, que também era beneficiado e exportado para outras cidades. Depois começaram a surgir os primeiros “armazéns” de secos e molhados: Alexandre Mafra (Casarão), Máximo Jamur, Braga e outros todos na Rua da Praia. Tinha também o comércio informal no “Porto”, frente da baía, onde os moradores do sítio negociavam seus produtos: laranja mimosa, legumes, peixe, palmito, etc., prática esta que diminuiu com o afundamento de parte da rua em 1968. A água usada pela população, era obtida nas fontes naturais que brotavam na base dos morros que rodeiam o centro da cidade. As principais eram: a Carioca, Itororó, Bica do Morro (Leões) e a Fonte São João.  Meninos da época, para ganhar dinheiro e ajudar no sustento da casa,, levavam água até as casas dos “banhistas” em latas, com carrinhos construídos por eles mesmos, aproveitando a embalagem de madeira onde eram transportados esses recipientes até a antiga “Vila” (latas de óleo ou querosene).  Entre os anos de 1924 e 1928, o prefeito Alexandre Mafra dotou a vila um sistema de abastecimento com a água captada da fonte do Morro do Pinto (Leões), que depois de alguns anos não supria mais as necessidades da comunidade. Mais tarde, Joaquim Mafra construiu uma rede de abastecimento captando água da Fonte da Carioca. Em 1974 o problema da água foi definitivamente resolvido pelo governo estadual, com a construção da rede de abastecimento de água potável que atualmente serve nossa cidade. Durante décadas, “Guaratuba” permaneceu isolada, tanto na questão dos acessos por terra (Estrada), como na questão política, pois quase todas as reivindicações da comunidade eram ignoradas pelos governos. No final dos anos “40” e início da década de “50”, a “vila” começou a viver a sua “redenção”, com a realização do maior sonho dos guaratubanos: a construção da estrada via Garuva. O sofrimento gerado pela “clausura” imposta pela natureza e governantes, fez com que as autoridades e moradores da época, numa indignação incomensurável, tomassem a iniciativa de construir a almejada “estrada” que tiraria a “Vila de Guaratuba” desse sofrimento, que se arrastava desde a sua fundação. Sensibilizado com a atitude e esforço da comunidade e vendo a necessidade desse povo, o Governador Moysés Lupion veio em socorro dos guaratubanos, e assumiu a construção da rodovia em 1947, e já em 1948, o primeiro carro chega a Guaratuba pela nova estrada. Depois de quase dois anos de trabalho, a estrada foi inaugurada em 27 de maio de 1950 com uma grande festa, realizada na sede do município, com a presença do Governador e vários assessores e toda a comunidade. A partir deste ano Guaratuba começou a sua transformação urbana, e o progresso, que até então era apenas um sonho, tornou-se uma realidade. Foram 179 anos de isolamento, descaso e sofrimento de uma população que desde o início da colonização foi relegada a um segundo plano, esquecida pelos governantes e autoridades da época.

 

 


Escrito por mj.natalino às 22h27
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Guaratuba - Continuação

 

Podemos localizar a história de Guaratuba em duas épocas distintas:

“Antes e depois da estrada” - Antes da estrada - isolamento, dificuldades e sofrimento. "Depois da estrada" - Sonho e progresso.

Fatos pitorescos:

A comunidade vivendo isolada, sem contato com outras pessoas e outras culturas, tinham hábitos peculiares e  próprias da época. O “dia a dia” se resumia em algumas atividades como: a pesca, lavoura de subsistência (mandioca, banana e alguns legumes), corte de madeira para o preparo do alimento e a caça. Com o passar do tempo a agricultura começou a crescer, especialmente com investimento dos “coronéis” e senhores mais abastados da época. A cultura do feijão, do milho, principalmente do arroz, trouxe um alento para os moradores, que encontravam nessas atividades, uma oportunidade de amenizar as dificuldades trabalhando nesses cultivos e dai tirando seu sustento. Os engenhos de arroz beneficiavam o produto consumido pela população local, que também era vendido para outras cidades, principalmente Paranaguá e Santos. Além do arroz havia a produção do açúcar mascavo, do sal e da farinha.  Outra peculiaridade da época, eram as senhoras que se reuniam nas imediações da Fonte da Carioca, para lavar roupas,  a  água que escorria dessa fonte e também da “Santa”, formavam um riacho, que  represado, formava uma pequena lagoa, onde eram colocadas algumas tábuas para a lavação das roupas, que depois eram secas em um grande varal “ esticado” na rua (início da Vieira dos Santos). O Lazer A atividade de lazer na “fase colonial” quase não existia, se resumia em alguns “festejos” religiosos. Com o crescimento da população começaram a se desenvolver outros tipos de lazer, como os “bailes”, o futebol, banho de praia e um outro costume bastante típico da época, que era o “ajuntamento” de pessoas em frente a baía onde havia um grande gramado. Ali as pessoas conversavam, as mulheres faziam trico, bordado e discutiam assuntos relacionados a vida da comunidade, e  sobre a política local. Era o grande “centro de lazer e negócios” deste tempo, além de ser a principal porta de entrada da antiga “Vila de Guaratuba”. 

Temporada de Inverno - A “Vila” recebia vários visitantes nos meses de inverno, principalmente em julho, isso devido ao medo que as pessoas tinham de contrair a maleita, doença transmitida pelo mosquito Anopheles, comum nos meses mais quentes.

Com a vinda dos “banhistas”, os moradores tinham a possibilidade de aumentar a sua renda, vendendo os produtos de suas lavouras e criações. As crianças da época também ajudavam os pais, vendendo água para os “banhistas” e transportando suas bagagens.

Progresso - Com a construção da estrada, Guaratuba crescia a olhos vistos, ruas foram abertas, e as primeiras casas (de “banhistas”) começaram a ser construídas, o comércio foi se estruturando e se diversificando, várias famílias chegavam e a cidade cresceu. Veio o ferry-boat,  a luz elétrica, depois a água encanada, e investimentos foram realizados pelo governo estadual, e a “Vila” se tranformou numa cidade, graças ao esforço de pessoas abnegadas e lutadoras que deram início a todo esse processo de crescimento.

“Se temos as coisas que temos hoje, é porque alguém deu o início”. (Nivaldo  Amorim Gonçalves)

Herois que construiram Guaratuba- Guaratuba cresceu e se estruturou,  graças a iniciativa dessas pessoas que se sacrificaram para que isso acontecesse, pessoas dispostas a lutar pelo bem da comunidade, que não mediram esforços pelo progresso de “sua” cidade e bem estar do “seu” povo. São essas pessoas, do mais simples cidadão até o mais alto cargo, que construiram as bases para o desenvolvimento de nosso município, a eles devemos o que temos hoje. Esta frase de Moysés Lupion em discurso realizado em frente ao local em que hoje está o Supermercado Baía azul, centro da cidade, e que marcou  muito a comunidade da época servindo de incentivo para a construção de uma nova Guaratuba.  “Guaratuba! Levanta-te e anda”   

 


Escrito por mj.natalino às 22h25
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19/11/2010

 

Igreja Matriz

Tombamento - Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN

Outros Nomes: Igreja Matriz de São Luís; Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bonsucesso

Descrição: Pequena e singela Igreja Matriz da segunda metade do século XVIII. Nave única e Capela-mor com sacristia lateral e torre sineira construída sobre o corpo desta.

Endereço: Praça Alexandre Mafra, s/n - Guaratuba - PR

 

Livro de Belas Artes - Inscrição: 013 - Data: 1-4-1938 - Nº Processo: 0021-T-38

Observações: O tombamento inclui todo o seu acervo, de acordo com a Resolução do Conselho Consultivo da SPHAN, de 13/08/1985, referente ao Proc. Administrativo nº 13/85/SPHAN. Descrição: De linhas coloniais muito simples, foi edificada em alvenaria de pedra argamassada e atualmente dividi-se em quatro corpos: nave, capela-mor, sineira, e sacristia. Enquadrada por cunhais, arrematados por coruchéus, ambos em cantaria, a fachada principal é rasgada por portada e das janelas à altura do coro. Todos os requadros da fachada são também em cantaria, vergas e sobrevergas arqueadas. O frontão é movimentado por graciosas curvas e contracurvas e vazado por óculos polilobulado. Encima a cruz também lavrada em cantaria. Diferente do partido quase sempre adotado na região, a torre sineira, obra do século XIX, se fixa recuada, diante da sacristia, à qual dá aceso através de porta emoldurada por requadro em cantaria com verga e sobreverga arqueadas. Coroando a construção, dois coruchéus em cantaria arrematando empena, emoldurada em pedra lavrada, a qual, de certa forma, repete o motivo ornamental do frontão.

 Nas fachadas laterais, três janelas altas e uma porta central. O interior da igreja é bastante simples, com o piso de tabuado e a nave, em abóbada de berço, tem forro de tábuas corridas, arrematado por cimalha.   A igreja, coberta por telhado em duas águas, telha capa-e-canal, apresenta beiral em beira-seveira. Toda a cantaria utilizada na edificação foi trazida, já lavrada, da Ilha do Mel, onde na ocasião estava sendo construída a Fortaleza de Nossa Senhora dos prazeres, o que faz supor tenha sido o templo projetado pelo tenente-coronel Afonso Botelho Sampaio de Souza.

Um Nicho de Madeira Trabalhado artisticamente que abrigou a imagem original de Nossa Senhora do Bom Sucesso, foi doado por Joaquim Évora e família em 20 de janeiro de 1857. Possui a igreja uma pia batismal, toda de pedra e composta de três peças: a primeira servindo de base e com canal para a saída da água, a segunda; uma coluna de setenta centímetros de altura, com 25 cm de diâmetro no centro e saliente nas extremidades, com furo no seu interior para a descida da água, sobre a qual está assentada a pia que mede 83 centímetros de diâmetro e tem altura, a contar da base,3ª peça, a pia mede um metro e quatorze centímetros. Outra peça importante que faz parte do acerco histórico da matriz e um bebedouro entalhado em pedra e incrustado na parede da sacristia, hoje desativado e sem uso.


 


Escrito por mj.natalino às 00h01
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